Em síntese
A tarifa média das passagens aéreas subiu 14,5% em agosto, a R$ 776,87 por trecho, com o querosene 31,8% mais caro, segundo a Anac.
Um terço dos assentos ainda saiu por menos de R$ 500.
O que sabemos
04Transmissão para os ativos
Leitura de mercado
Tarifas 14,5% mais altas com querosene 31,8% mais caro indicam repasse parcial, o que preserva a receita por assento de Azul e Gol mas ainda comprime margem; para a inflaçãoInflaçãoMacroVariação do nível de preços, acompanhada no Brasil principalmente pelo IPCA.Abrir no Mapa do Mercado ↗, o item passagens aéreas tende a seguir pressionando o IPCAInflaçãoMacroVariação do nível de preços, acompanhada no Brasil principalmente pelo IPCA.Abrir no Mapa do Mercado ↗ de serviços no segundo semestre.
Impacto na carteira
02Repasse parcial preserva receita por assento, mas o QAV 31,8% mais caro comprime margem.
Efeito líquido depende da elasticidade da demanda.
O que muda a leitura: Demanda não cair com tarifas mais altas.
Passagens aéreas pressionam a inflaçãoInflaçãoMacroVariação do nível de preços, acompanhada no Brasil principalmente pelo IPCA.Abrir no Mapa do Mercado ↗ de serviços.
Item volátil, mas com peso no núcleo de serviços.
O que muda a leitura: Tarifas seguirem em alta em setembro.
A direção é uma hipótese explicativa, não uma previsão ou recomendação.
Próximos sinais
O que acompanhar
- Item passagens aéreas no IPCAInflaçãoMacroVariação do nível de preços, acompanhada no Brasil principalmente pelo IPCA.Abrir no Mapa do Mercado ↗-15 de setembro
- Preço do QAV da Petrobras em outubro
- Demanda doméstica de agosto e setembro na Anac
Limites da apuração
O que ainda não sabemos
- A variação sobre agosto de 2024 diverge entre as coberturas (10,4% e 15,1%).
- As coberturas não trazem demanda nem taxa de ocupação.