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PIB

Medida agregada da produção de bens e serviços de uma economia.

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Últimos 90 dias

O que as fontes estão dizendo

O PIB cresceu 0,5% no 2º trimestre de 2026 ante o 1º (IBGE), acima do consenso de 0,4%, mas com o consumo das famílias recuando 0,4% e crescimento de apenas 0,2% sem a agropecuária — composição de demanda fraca que derrubou os juros futuros e reforçou as apostas de corte da Selic. O Focus projeta 1,92% para o ano.

Atualizado em 23 de setembro de 2026 · 12 artigos verificados

Transmissão para o mercado

Por que isso importa

Crescimento altera receitas, emprego, arrecadação, crédito e expectativas sobre juros.

Mecanismo explicativo, não previsão ou recomendação.

Artigos em ordem cronológica

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MACROBrasil

Financiamento de veículos soma 683,9 mil unidades em agosto, alta de 10,4% e melhor resultado para o mês em 15 anos, segundo a B3

Dados da Trillia, plataforma de gravames da B3, divulgados em 22 de setembro mostram 683.928 veículos financiados em agosto, alta de 10,4% sobre agosto de 2025 e o melhor resultado para o mês desde 2011. Foram 478 mil autos leves (350 mil novos e 127 mil usados), 178 mil motos (alta de 4,9%) e 27 mil pesados (alta de 10,4%). No acumulado do ano, 5,136 milhões de veículos foram financiados, 10% a mais que em 2025. Os preços de veículos zero-quilômetro subiram 2,7% em agosto e caem 1,1% em 12 meses; os usados caem 3,9% em 12 meses.

3 fontes22 de set. de 2026
MACROBrasil

Fazenda reduz a projeção do PIB de 2026 de 2,3% para 2,0% e do IPCA para 4,9% no Boletim Macrofiscal

O Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica, divulgado em 22 de setembro, reduziu a projeção de crescimento do PIB de 2026 de 2,3% para 2,0% e a de 2027 de 2,5% para 2,3%. A revisão se concentra em serviços (de 2,4% para 1,8%) e indústria (de 2,1% para 1,7%), enquanto a agropecuária sobe de 1,8% para 2,8%. A projeção do IPCA de 2026 caiu de 5,1% para 4,9% e a de 2027 subiu de 3,6% para 3,8%. A SPE cita o carrego fraco do primeiro semestre, a transmissão defasada da política monetária e o comprometimento recorde da renda das famílias com o serviço da dívida.

4 fontes22 de set. de 2026
MACROBrasil

Ata do Copom vê riscos inflacionários elevados, defende juros restritivos por mais tempo e projeta IPCA de 5,2% em 2026

A ata da reunião de 15 e 16 de setembro, divulgada em 22 de setembro, explica o corte unânime de 0,25 ponto da Selic, para 13,75%, pela desaceleração da atividade nos setores sensíveis ao ciclo e pela perda de força da inflação, mas afirma que riscos inflacionários elevados e expectativas desancoradas exigem política monetária restritiva por mais tempo. O comitê projeta IPCA de 5,2% em 2026, 3,9% em 2027 e 3,2% no primeiro trimestre de 2028, cita aumento das incertezas externas com as tensões no Oriente Médio e condiciona os próximos passos à evolução da inflação.

3 fontes22 de set. de 2026
MACROBrasil

CNI: produção industrial tem o pior agosto desde 2015 e intenção de investir cai ao menor nível desde 2020

A Sondagem Industrial da CNI divulgada em 21 de setembro mostra o índice de produção em 46,3 pontos em agosto, queda de 4,7 pontos ante julho e o pior resultado para o mês desde 2015. A intenção de investimento recuou 1,3 ponto em setembro, para 51,3 pontos, o menor nível desde agosto de 2020 e a quarta queda seguida. O emprego ficou em 48,2 pontos, a utilização da capacidade instalada caiu a 69% e os estoques a 49,5 pontos. A pesquisa ouviu 1.403 empresas entre 1º e 11 de setembro.

2 fontes21 de set. de 2026
MACROBrasil

Focus reduz a Selic de 2026 para 13,50%, eleva o IPCA para 4,92% e corta o PIB para 1,88%

O Boletim Focus de 21 de setembro, na primeira leitura após o corte de 0,25 ponto do Copom, trouxe a mediana da Selic para o fim de 2026 de 13,75% para 13,50%, com 12,00% em 2027 e 10,50% em 2028. A projeção do IPCA de 2026 subiu de 4,90% para 4,92%, acima do teto da meta, e a de 2027 ficou em 4,30%. O PIB de 2026 recuou de 1,89% para 1,88% e o de 2027, de 1,45% para 1,43%; o câmbio seguiu em R$ 5,20 pela 14ª semana.

3 fontes21 de set. de 2026
MACROBrasil

Vendas do varejo caem 0,8% em julho, pior que o consenso, e reforçam atividade fraca na véspera do Copom

O volume de vendas do comércio varejista caiu 0,8% em julho ante junho, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE divulgada em 15 de setembro, contra consenso Reuters de queda de 0,2%; na comparação com julho de 2025 a alta foi de 1,2%, abaixo dos 2,15% esperados. Cinco dos oito setores recuaram, com móveis e eletrodomésticos em queda de 4,9%, livros e papelaria de 4,2% e vestuário de 2,7%, o que o IBGE atribui à antecipação de compras para a Copa do Mundo em maio; o varejo ampliado subiu 0,4% no mês, e o varejo restrito acumula alta de 1,8% no ano e de 1,6% em 12 meses.

2 fontes15 de set. de 2026
MACROBrasil

Confiança da indústria cai a 44,9 pontos em setembro e completa 21 meses de pessimismo, o período mais longo desde 2015

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da CNI recuou 1,4 ponto em setembro, a 44,9 pontos, ante 46,3 em agosto, e completou 21 meses seguidos abaixo da linha de 50 que separa otimismo de pessimismo, o período mais longo desde o registrado em 2015 e 2016. O índice de condições atuais caiu 2,5 pontos, a 40,2, com a avaliação da economia brasileira em 33 pontos (-3,6), e o de expectativas recuou 0,9 ponto, a 47,2; a pesquisa ouviu 1.186 empresas entre 1º e 8 de setembro.

2 fontes14 de set. de 2026
MACROBrasil

Focus: mediana do IPCA de 2026 cai a 4,90%, primeira vez abaixo de 5%, e mercado espera Selic a 13,75% nesta semana

O Boletim Focus de 14 de setembro trouxe a mediana das projeções para o IPCA de 2026 em 4,90%, ante 5,00% na semana anterior e 5,02% há quatro semanas, a primeira leitura abaixo de 5% no ano, depois da deflação de 0,32% em agosto; a projeção para 2027 subiu a 4,30%. O mercado espera corte de 0,25 ponto na Selic, para 13,75%, na reunião do Copom de 15 e 16 de setembro, e vê a taxa em 13,75% no fim de 2026; a mediana do PIB de 2026 caiu a 1,89% e a de 2027 a 1,45%, com o dólar projetado em R$ 5,20 pela 13ª semana.

2 fontes14 de set. de 2026
MACROBrasil

Serviços ficam estáveis em julho, faturamento da indústria cai 2% e opções de Copom dão 95% a corte de 0,25 ponto na Selic

O volume de serviços ficou estável em julho ante junho e acumula alta de 2,4% em 12 meses, a menor desde setembro de 2024, segundo o IBGE; o faturamento real da indústria caiu 2% em julho, com queda de 0,5% no acumulado do ano, segundo a CNI; e as opções de Copom da B3, com base no pregão de 8 de setembro, precificam cerca de 95% de chance de corte de 0,25 ponto na Selic, de 14% para 13,75%, na reunião de 15 e 16 de setembro.

7 fontes10 de set. de 2026