← voltar ao Mapa do Mercado
TemasTema

Data centers

Política e investimentos em centros de dados no Brasil — incluindo o Redata, regime especial de tributação aprovado pelo Congresso em 2026 — e seus efeitos sobre energia, imóveis e contas públicas.

5artigos
8menções materiais
6relações

Últimos 90 dias

O que as fontes estão dizendo

O Senado aprovou o Redata em 1º de setembro, com renúncia estimada de R$ 5,2 bilhões em 2026 e contrapartidas de 10% da capacidade ao mercado interno e energia renovável; o regime aguarda sanção presidencial.

Atualizado em 25 de setembro de 2026 · 5 artigos verificados

Transmissão para o mercado

Por que isso importa

Incentivos fiscais e disponibilidade de energia definem o ritmo de investimento; a demanda por capacidade elétrica renovável e imóveis especializados transmite o tema a geradoras, transmissoras e FIIs.

Mecanismo explicativo, não previsão ou recomendação.

Artigos em ordem cronológica

05
CORPORATEBrasil

Google Cloud anuncia plano de dobrar sua infraestrutura de computação no Brasil até 2030, com alta da demanda por IA

O presidente global do Google Cloud, Thomas Kurian, anunciou em 24 de setembro, em evento em São Paulo, o plano de dobrar a infraestrutura de computação da empresa no Brasil até 2030, citando o aumento da demanda por inteligência artificial. O Google Cloud opera hoje duas regiões no país, com três data centers isolados em cada uma, e não divulgou o valor do investimento. A partir de 15 de outubro, parte do processamento de sua plataforma de IA corporativa passará a ser feita no Brasil.

2 fontes24 de set. de 2026
MACROBrasil

Lula sanciona o Redata e suspende quatro tributos federais por cinco anos para data centers, com contrapartidas

Lula sancionou em 15 de setembro o Redata, regime especial de tributação para serviços de data centers, que suspende quatro tributos federais na compra e importação de equipamentos por até cinco anos, com renúncia estimada em R$ 5,2 bilhões em 2026 e cerca de R$ 1 bilhão por ano depois; as empresas precisam operar com energia renovável ou de baixa emissão, reservar ao menos 10% da capacidade de processamento ao mercado brasileiro e destinar investimentos a pesquisa e às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, sob pena de devolver o benefício. A definição das fontes de energia elegíveis ficou para portaria, e um senador ameaçou reagir por decreto legislativo se o gás natural for excluído, segundo o Poder360; a redução do ICMS depende do Confaz.

4 fontes15 de set. de 2026
MACROBrasil

Senado aprova exceções às regras fiscais para incentivos e despesas de 2026 e texto vai à sanção

O Senado aprovou por unanimidade em 3 de setembro o PLP 74/2026, que excepciona de restrições fiscais de 2026 benefícios tributários e despesas como o regime de data centers Redata, zonas de livre comércio, bens de capital, a licença-paternidade ampliada e a desoneração de resseguradoras, segundo Agência Senado, Agência Câmara e Correio Braziliense. O texto, relatado por Camilo Santana, vai à sanção.

3 fontes03 de set. de 2026