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Selic

Taxa básica de juros da economia brasileira definida pelo Copom.

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Últimos 90 dias

O que as fontes estão dizendo

Com a Selic em 14% ao ano, a deflação de 0,40% do IPCA-15 de agosto reforçou apostas de cortes à frente, enquanto o Tesouro revisou o PAF citando a preferência do mercado por pós-fixados — a dívida atrelada à taxa básica pode chegar a 53% do estoque. O Focus projeta 13,75% para o fim de 2026.

Atualizado em 29 de setembro de 2026 · 19 artigos verificados

Transmissão para o mercado

Por que isso importa

A Selic influencia custo de oportunidade, crédito, câmbio, atividade e avaliação de ativos.

Mecanismo explicativo, não previsão ou recomendação.

Artigos em ordem cronológica

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MACROBrasil

Dívida pública federal chega a R$ 9,29 trilhões em agosto, com parcela atrelada à Selic em recorde de 52,74%

A Dívida Pública Federal somou R$ 9,29 trilhões em agosto, alta de 0,04% sobre julho, segundo o Relatório Mensal do Tesouro Nacional divulgado em 28 de setembro. A parcela de títulos atrelados à Selic chegou a 52,74%, o maior nível da série iniciada em 2000, enquanto os prefixados caíram para 20,31% e os indexados à inflação ficaram em 23,22%. O custo médio da dívida em 12 meses subiu para 12,59% ao ano, e o colchão de liquidez recuou para R$ 1,208 trilhão, equivalente a 7,18 meses de vencimentos.

6 fontes28 de set. de 2026
MACROBrasil

Ata do Copom vê riscos inflacionários elevados, defende juros restritivos por mais tempo e projeta IPCA de 5,2% em 2026

A ata da reunião de 15 e 16 de setembro, divulgada em 22 de setembro, explica o corte unânime de 0,25 ponto da Selic, para 13,75%, pela desaceleração da atividade nos setores sensíveis ao ciclo e pela perda de força da inflação, mas afirma que riscos inflacionários elevados e expectativas desancoradas exigem política monetária restritiva por mais tempo. O comitê projeta IPCA de 5,2% em 2026, 3,9% em 2027 e 3,2% no primeiro trimestre de 2028, cita aumento das incertezas externas com as tensões no Oriente Médio e condiciona os próximos passos à evolução da inflação.

3 fontes22 de set. de 2026
MACROBrasil

Focus reduz a Selic de 2026 para 13,50%, eleva o IPCA para 4,92% e corta o PIB para 1,88%

O Boletim Focus de 21 de setembro, na primeira leitura após o corte de 0,25 ponto do Copom, trouxe a mediana da Selic para o fim de 2026 de 13,75% para 13,50%, com 12,00% em 2027 e 10,50% em 2028. A projeção do IPCA de 2026 subiu de 4,90% para 4,92%, acima do teto da meta, e a de 2027 ficou em 4,30%. O PIB de 2026 recuou de 1,89% para 1,88% e o de 2027, de 1,45% para 1,43%; o câmbio seguiu em R$ 5,20 pela 14ª semana.

3 fontes21 de set. de 2026
MACROBrasil

Vendas do varejo caem 0,8% em julho, pior que o consenso, e reforçam atividade fraca na véspera do Copom

O volume de vendas do comércio varejista caiu 0,8% em julho ante junho, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE divulgada em 15 de setembro, contra consenso Reuters de queda de 0,2%; na comparação com julho de 2025 a alta foi de 1,2%, abaixo dos 2,15% esperados. Cinco dos oito setores recuaram, com móveis e eletrodomésticos em queda de 4,9%, livros e papelaria de 4,2% e vestuário de 2,7%, o que o IBGE atribui à antecipação de compras para a Copa do Mundo em maio; o varejo ampliado subiu 0,4% no mês, e o varejo restrito acumula alta de 1,8% no ano e de 1,6% em 12 meses.

2 fontes15 de set. de 2026
MACROBrasil

Confiança da indústria cai a 44,9 pontos em setembro e completa 21 meses de pessimismo, o período mais longo desde 2015

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da CNI recuou 1,4 ponto em setembro, a 44,9 pontos, ante 46,3 em agosto, e completou 21 meses seguidos abaixo da linha de 50 que separa otimismo de pessimismo, o período mais longo desde o registrado em 2015 e 2016. O índice de condições atuais caiu 2,5 pontos, a 40,2, com a avaliação da economia brasileira em 33 pontos (-3,6), e o de expectativas recuou 0,9 ponto, a 47,2; a pesquisa ouviu 1.186 empresas entre 1º e 8 de setembro.

2 fontes14 de set. de 2026
MACROBrasil

Focus: mediana do IPCA de 2026 cai a 4,90%, primeira vez abaixo de 5%, e mercado espera Selic a 13,75% nesta semana

O Boletim Focus de 14 de setembro trouxe a mediana das projeções para o IPCA de 2026 em 4,90%, ante 5,00% na semana anterior e 5,02% há quatro semanas, a primeira leitura abaixo de 5% no ano, depois da deflação de 0,32% em agosto; a projeção para 2027 subiu a 4,30%. O mercado espera corte de 0,25 ponto na Selic, para 13,75%, na reunião do Copom de 15 e 16 de setembro, e vê a taxa em 13,75% no fim de 2026; a mediana do PIB de 2026 caiu a 1,89% e a de 2027 a 1,45%, com o dólar projetado em R$ 5,20 pela 13ª semana.

2 fontes14 de set. de 2026
MACROBrasil

IPCA tem deflação de 0,32% em agosto, a maior em quatro anos, e leva inflação em 12 meses a 4,22%, abaixo do esperado

O IPCA caiu 0,32% em agosto, a maior deflação mensal em quatro anos, puxado pelo bônus de Itaipu na conta de luz (energia elétrica -7,63%) e por quedas em alimentos e transportes, segundo o IBGE; a mediana esperava -0,29%. Em 12 meses a inflação recuou de 4,44% para 4,22%, abaixo dos 4,27% projetados, e os juros do Tesouro Direto caíram até 15 pontos-base; o BofA passou a projetar Selic de 13,25% no fim do ano, com cortes de 0,25 ponto em todas as reuniões restantes.

7 fontes11 de set. de 2026
MACROBrasil

Serviços ficam estáveis em julho, faturamento da indústria cai 2% e opções de Copom dão 95% a corte de 0,25 ponto na Selic

O volume de serviços ficou estável em julho ante junho e acumula alta de 2,4% em 12 meses, a menor desde setembro de 2024, segundo o IBGE; o faturamento real da indústria caiu 2% em julho, com queda de 0,5% no acumulado do ano, segundo a CNI; e as opções de Copom da B3, com base no pregão de 8 de setembro, precificam cerca de 95% de chance de corte de 0,25 ponto na Selic, de 14% para 13,75%, na reunião de 15 e 16 de setembro.

7 fontes10 de set. de 2026
MACROBrasil

BofA eleva Brasil a compra e Ibovespa tem maior fechamento desde maio, com dólar a R$ 5,09 e estrangeiro de volta

O Bank of America elevou as ações brasileiras de neutro para overweight em 8 de setembro, apostando em um ciclo mais profundo de cortes da Selic, a 11,25% no fim de 2027; no mesmo dia o Ibovespa fechou a 187.366 pontos, maior nível desde 4 de maio, o dólar caiu a R$ 5,089 e o estrangeiro somou R$ 3,9 bilhões de entrada nos três primeiros pregões de setembro.

8 fontes08 de set. de 2026
MACROBrasil

Dívida pública chega a R$ 9,28 trilhões e Tesouro amplia espaço para títulos atrelados à Selic

A Dívida Pública Federal atingiu R$ 9,28 trilhões em julho, alta de 0,22% ante junho, segundo o relatório mensal do Tesouro registrado por CNN Brasil e Correio Braziliense. Em divulgação do mesmo dia, o Tesouro revisou o Plano Anual de Financiamento e elevou de 46%-50% para 49%-53% a faixa esperada de títulos atrelados à Selic no estoque, citando a maior demanda por pós-fixados com a taxa em 14% ao ano.

4 fontes26 de ago. de 2026