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Macro & EconomiasMacro

Inflação

Variação do nível de preços, acompanhada no Brasil principalmente pelo IPCA.

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Últimos 90 dias

O que as fontes estão dizendo

O IPCA-15 registrou deflação de 0,40% em agosto, com o acumulado em 12 meses desacelerando de 4,52% para 4,24% — puxado pela queda de 6,25% da energia elétrica com o bônus de Itaipu, efeito pontual que a cobertura trata como transitório. A prévia negativa chega com a Selic em 14% e realimenta o debate sobre cortes.

Atualizado em 29 de setembro de 2026 · 21 artigos verificados

Transmissão para o mercado

Por que isso importa

Inflação corrente e esperada afeta juros, renda fixa, custo de capital, consumo e política monetária.

Mecanismo explicativo, não previsão ou recomendação.

Artigos em ordem cronológica

25
MACROBrasil

Aneel define bandeira verde para outubro e encerra cinco meses de cobrança extra da bandeira amarela na conta de luz

A Agência Nacional de Energia Elétrica definiu em 25 de setembro a bandeira verde para as contas de luz de outubro, sem cobrança adicional. A bandeira amarela, que acrescentava R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, vigorava havia cinco meses. Segundo a Aneel, o aumento das chuvas, sobretudo no Sul e no Sudeste, estabilizou os reservatórios das hidrelétricas e reduziu a necessidade de acionar térmicas mais caras.

5 fontes25 de set. de 2026
MACROBrasil

IPCA-15 sobe 0,70% em setembro, acima do esperado, puxado pela energia elétrica, e acumula 4,47% em 12 meses

O IPCA-15, prévia da inflação oficial, subiu 0,70% em setembro, depois de queda de 0,40% em agosto, segundo o IBGE, a maior taxa desde abril e acima da mediana das projeções do mercado. A energia elétrica residencial subiu 7,42% com o fim do bônus de Itaipu nas contas de luz, levando habitação a alta de 2,07%; sem a energia, o índice teria ficado em 0,41%. Em 12 meses, a prévia acumula 4,47%, ante 4,24% no mês anterior.

4 fontes25 de set. de 2026
MACROBrasil

BC vê 90% de chance de a inflação estourar o teto da meta em 2026, e Galípolo alerta para oferta de crédito predatória

O Relatório de Política Monetária divulgado pelo Banco Central em 24 de setembro elevou de 79% para 90% a probabilidade de o IPCA de 2026 ficar acima do teto da meta, de 4,5%; para 2027, a chance subiu de 28% para 33%. Na apresentação do relatório, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, disse ver ofertas de crédito agressivas e até predatórias, com endividamento das famílias e comprometimento de renda em níveis elevados e inadimplência em alta, e afirmou que o BC estuda medidas e vai aumentar os atritos na concessão de crédito.

7 fontes24 de set. de 2026
MACROBrasil

Fazenda reduz a projeção do PIB de 2026 de 2,3% para 2,0% e do IPCA para 4,9% no Boletim Macrofiscal

O Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica, divulgado em 22 de setembro, reduziu a projeção de crescimento do PIB de 2026 de 2,3% para 2,0% e a de 2027 de 2,5% para 2,3%. A revisão se concentra em serviços (de 2,4% para 1,8%) e indústria (de 2,1% para 1,7%), enquanto a agropecuária sobe de 1,8% para 2,8%. A projeção do IPCA de 2026 caiu de 5,1% para 4,9% e a de 2027 subiu de 3,6% para 3,8%. A SPE cita o carrego fraco do primeiro semestre, a transmissão defasada da política monetária e o comprometimento recorde da renda das famílias com o serviço da dívida.

4 fontes22 de set. de 2026
MACROBrasil

Anac: tarifa média das passagens aéreas sobe 14,5% em agosto, a R$ 776,87 por trecho, com querosene 31,8% mais caro

Dados da Anac divulgados em 22 de setembro mostram tarifa média de R$ 776,87 por trecho em agosto, alta de 14,5% em termos reais sobre agosto de 2025 e de 10,4% sobre agosto de 2024, segundo a CNN Brasil (o Correio Braziliense cita 15,1% na comparação com 2024). O querosene de aviação custou R$ 4,98 por litro, 31,8% acima de um ano antes. Em agosto, 34,8% dos assentos foram vendidos abaixo de R$ 500 e 9,2% acima de R$ 1,5 mil.

2 fontes22 de set. de 2026
MACROBrasil

Ata do Copom vê riscos inflacionários elevados, defende juros restritivos por mais tempo e projeta IPCA de 5,2% em 2026

A ata da reunião de 15 e 16 de setembro, divulgada em 22 de setembro, explica o corte unânime de 0,25 ponto da Selic, para 13,75%, pela desaceleração da atividade nos setores sensíveis ao ciclo e pela perda de força da inflação, mas afirma que riscos inflacionários elevados e expectativas desancoradas exigem política monetária restritiva por mais tempo. O comitê projeta IPCA de 5,2% em 2026, 3,9% em 2027 e 3,2% no primeiro trimestre de 2028, cita aumento das incertezas externas com as tensões no Oriente Médio e condiciona os próximos passos à evolução da inflação.

3 fontes22 de set. de 2026
MACROBrasil

Focus reduz a Selic de 2026 para 13,50%, eleva o IPCA para 4,92% e corta o PIB para 1,88%

O Boletim Focus de 21 de setembro, na primeira leitura após o corte de 0,25 ponto do Copom, trouxe a mediana da Selic para o fim de 2026 de 13,75% para 13,50%, com 12,00% em 2027 e 10,50% em 2028. A projeção do IPCA de 2026 subiu de 4,90% para 4,92%, acima do teto da meta, e a de 2027 ficou em 4,30%. O PIB de 2026 recuou de 1,89% para 1,88% e o de 2027, de 1,45% para 1,43%; o câmbio seguiu em R$ 5,20 pela 14ª semana.

3 fontes21 de set. de 2026
MACROGlobal

Houthis atacam instalação da Aramco em Yanbu e alvos em Riad; Arábia Saudita suspende embarques no porto

Os houthis do Iêmen afirmaram em 19 de setembro ter atacado com mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones uma instalação da Saudi Aramco em Yanbu, no Mar Vermelho, e alvos em Riad, onde a Defesa Civil emitiu os primeiros alertas aéreos da capital desde a escalada recente e houve explosões perto do aeroporto. A Arábia Saudita suspendeu os embarques no porto de Yanbu, saída do oleoduto Leste-Oeste, que escoa cerca de 4 milhões de barris por dia. O Brent fechou a sexta-feira a US$ 104,87.

3 fontes19 de set. de 2026
MACROBrasil

Aneel eleva para 9,4% o efeito médio das tarifas de energia em 2026, quase o dobro da inflação projetada

A terceira edição de 2026 do boletim InfoTarifas da Aneel projeta efeito tarifário médio de 9,4% no ano, ante 8,6% na edição anterior, acima do IGP-M (4,4%) e do IPCA (5,0%) projetados. Componentes financeiros respondem por 4,7 pontos, encargos por 1,6, compra de energia por 1,1, transmissão por 0,9 e a Parcela B por 0,8. A distribuição de cerca de R$ 5,5 bilhões de UBP a distribuidoras das áreas da Sudam e da Sudene reduziu a pressão em 1,9 ponto.

2 fontes18 de set. de 2026
MACROBrasil

Conab fecha a safra 2025/26 em recorde de 361,7 milhões de toneladas, com soja de 180,4 milhões

O 12º e último levantamento da Conab para a safra 2025/26, divulgado em 15 de setembro, estima produção de grãos de 361,7 milhões de toneladas, alta de 2,6% sobre o ciclo anterior e de 0,3% sobre agosto, em área plantada de 83,5 milhões de hectares (+1,7%). A soja atinge recorde de 180,4 milhões de toneladas (+5,2%), o algodão de 4,14 milhões (+1,5%) e o sorgo de 7,35 milhões; o milho cresce 2%, a 144 milhões, enquanto arroz (11,08 milhões, -13,2%), feijão (2,95 milhões, -3,6%) e trigo (5,74 milhões, -27,1%) recuam; a exportação de soja é projetada em recorde de 116,2 milhões de toneladas.

2 fontes15 de set. de 2026
MACROBrasil

Focus: mediana do IPCA de 2026 cai a 4,90%, primeira vez abaixo de 5%, e mercado espera Selic a 13,75% nesta semana

O Boletim Focus de 14 de setembro trouxe a mediana das projeções para o IPCA de 2026 em 4,90%, ante 5,00% na semana anterior e 5,02% há quatro semanas, a primeira leitura abaixo de 5% no ano, depois da deflação de 0,32% em agosto; a projeção para 2027 subiu a 4,30%. O mercado espera corte de 0,25 ponto na Selic, para 13,75%, na reunião do Copom de 15 e 16 de setembro, e vê a taxa em 13,75% no fim de 2026; a mediana do PIB de 2026 caiu a 1,89% e a de 2027 a 1,45%, com o dólar projetado em R$ 5,20 pela 13ª semana.

2 fontes14 de set. de 2026
MACROBrasil

IPCA tem deflação de 0,32% em agosto, a maior em quatro anos, e leva inflação em 12 meses a 4,22%, abaixo do esperado

O IPCA caiu 0,32% em agosto, a maior deflação mensal em quatro anos, puxado pelo bônus de Itaipu na conta de luz (energia elétrica -7,63%) e por quedas em alimentos e transportes, segundo o IBGE; a mediana esperava -0,29%. Em 12 meses a inflação recuou de 4,44% para 4,22%, abaixo dos 4,27% projetados, e os juros do Tesouro Direto caíram até 15 pontos-base; o BofA passou a projetar Selic de 13,25% no fim do ano, com cortes de 0,25 ponto em todas as reuniões restantes.

7 fontes11 de set. de 2026
MACROBrasil

Serviços ficam estáveis em julho, faturamento da indústria cai 2% e opções de Copom dão 95% a corte de 0,25 ponto na Selic

O volume de serviços ficou estável em julho ante junho e acumula alta de 2,4% em 12 meses, a menor desde setembro de 2024, segundo o IBGE; o faturamento real da indústria caiu 2% em julho, com queda de 0,5% no acumulado do ano, segundo a CNI; e as opções de Copom da B3, com base no pregão de 8 de setembro, precificam cerca de 95% de chance de corte de 0,25 ponto na Selic, de 14% para 13,75%, na reunião de 15 e 16 de setembro.

7 fontes10 de set. de 2026
MACROBrasil

Governo corta R$ 0,63 de PIS/Cofins da gasolina, zera o etanol e cria subvenção de R$ 1 ao diesel, a R$ 7 bi por mês

Com o Brent acima de US$ 100, Lula assinou em 9 de setembro um decreto que reduz PIS/Pasep e Cofins da gasolina em R$ 0,63 por litro e zera as alíquotas do etanol hidratado, e a MP 1.389 que abre R$ 6,6 bilhões em crédito extraordinário para subvencionar o diesel em R$ 1 por litro; o custo é de R$ 7 bilhões por mês. A Petrobras deixou de aplicar o desconto de R$ 0,44 e subiu a gasolina em R$ 0,19 a partir de 10 de setembro, com efeito nulo na bomba.

11 fontes09 de set. de 2026