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BNDES

Banco de desenvolvimento federal, principal fonte de crédito de longo prazo e de garantias para infraestrutura, exportação e indústria no Brasil.

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Últimos 90 dias

O que as fontes estão dizendo

A Lei 15.501, de setembro de 2026, autorizou o BNDES a criar subsidiárias, enquanto o presidente vetou o Fundo de Crédito à Exportação que o banco operaria, segundo Agência Câmara, Agência Senado e Poder360.

Atualizado em 20 de setembro de 2026 · 5 artigos verificados

Transmissão para o mercado

Por que isso importa

Decisões do BNDES sobre linhas, garantias, participações e subsidiárias movem o custo de capital de infraestrutura e exportadoras e o risco fiscal da União, que o capitaliza.

Mecanismo explicativo, não previsão ou recomendação.

Artigos em ordem cronológica

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MACROBrasil

BNDES recebe R$ 8,2 bilhões em pedidos do Brasil Soberano 3 em dois dias e já aprova R$ 1,7 bilhão

O BNDES recebeu R$ 8,2 bilhões em pedidos de crédito da terceira etapa do Plano Brasil Soberano em 138 operações protocoladas em 17 e 18 de setembro. R$ 1,7 bilhão já foi aprovado: R$ 794 milhões para o grupo 2 (setores industriais como têxtil, químico, farmacêutico, minerais estratégicos e fertilizantes), R$ 680 milhões para o grupo 1 e fornecedores atingidos pelas tarifas dos Estados Unidos e R$ 251 milhões para exportadores ao Golfo Pérsico. Fertilizantes concentram R$ 683 milhões. O plano tem orçamento de R$ 22,6 bilhões, R$ 13,5 bilhões do Tesouro e R$ 9,1 bilhões do BNDES.

2 fontes19 de set. de 2026
MACROBrasil

BNDES abre habilitação da terceira fase do Brasil Soberano com R$ 22,6 bilhões para afetados por tarifas e pela guerra

O BNDES abriu em 17 de setembro o protocolo de habilitação da terceira etapa do Plano Brasil Soberano, com R$ 22,6 bilhões, sendo R$ 13,5 bilhões do Tesouro e R$ 9,1 bilhões do banco. Podem pedir crédito exportadores atingidos pelas tarifas americanas e seus fornecedores, setores industriais estratégicos e exportadores para o Golfo Pérsico afetados pela guerra, com juros de 4,3% a 17,5% ao ano e exigência de ao menos 1% do faturamento vindo desses mercados.

3 fontes17 de set. de 2026
MACROBrasil

CNI: Brasil investiu R$ 266,8 bilhões em infraestrutura em 2024 e precisa de R$ 550 bilhões por ano por duas décadas

Estudo da CNI sobre o financiamento dos investimentos em infraestrutura mostra que o Brasil investiu R$ 266,8 bilhões no setor em 2024, 2,27% do PIB, e precisaria de cerca de R$ 550 bilhões por ano, 4,65% do PIB, por pelo menos duas décadas para eliminar os gargalos; o setor privado respondeu por R$ 188,1 bilhões (70,5%) e o público por R$ 78,6 bilhões, com R$ 8,4 bilhões de multilaterais. A entidade propõe um novo regime de financiamento que combine estabilidade macroeconômica, mercado de capitais mais profundo, crédito privado e project finance, carteira de projetos, segurança jurídica e previsibilidade regulatória.

2 fontes14 de set. de 2026
MACROBrasil

Lula sanciona lei que torna permanente o Move Brasil, com R$ 30 bilhões em crédito para motoristas de aplicativo e taxistas

Lula sancionou em 14 de setembro a lei que transforma em política permanente o Move Brasil, programa de crédito para a compra de veículos novos por motoristas de aplicativo, taxistas, entregadores e, agora, transporte escolar, com R$ 30 bilhões operados pelo BNDES, dos quais R$ 5 bilhões já foram usados em cerca de 48 mil carros e 20 mil motos. As regras preveem veículos de até R$ 200 mil, até 84 parcelas com seis meses de carência, juros de 12,6% ao ano para homens e 11,5% para mulheres, exigência de seis meses de cadastro ativo nas plataformas, em vez de doze, e cobertura de 80% das operações pelo FGI.

3 fontes14 de set. de 2026
MACROBrasil

Lei 15.501 autoriza o BNDES a criar subsidiárias e Lula veta o Fundo de Crédito à Exportação

A Lei 15.501, datada de 9 de setembro e anunciada em 10 de setembro, autoriza o BNDES a criar empresas subsidiárias para ampliar sua atuação, respeitada a Lei de Responsabilidade Fiscal; o presidente vetou dez dos treze dispositivos do projeto, entre eles a criação do Fundo de Crédito à Exportação, que seria operado pelo banco, e mudanças nas regras de compartilhamento de risco entre fundos garantidores, alegando que os objetivos do fundo já são atendidos por políticas existentes e que sua criação contraria a LDO de 2026. O texto nasceu do PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias.

3 fontes11 de set. de 2026