Em síntese
O IGP-10 subiu 1,47% em setembro, acima da mediana de 1,25%, depois de cair 0,51% em agosto.
O atacado puxou a alta, com soja, farelo e minério de ferro em alta.
Em 12 meses o índice acumula 3,29%.
O que sabemos
05Contexto
O economista Matheus Dias, da FGV Ibre, atribuiu parte do movimento dos produtos agropecuários às incertezas climáticas com o fortalecimento do El Niño.
Liga a alta ao risco climático da próxima safra.
Fontes[02]
Transmissão para os ativos
Leitura de mercado
O IGP-M de setembro tende a acelerar, pressionando reajustes de aluguel e contratos indexados.
Para a curva de juros, a alta do atacado é um argumento a mais para o Copom não acelerar os cortes.
Impacto na carteira
02Aluguéis indexados ao IGP-M tendem a subir.
Receita de aluguel cresce nominalmente.
O que muda a leitura: Depende do IGP-M confirmar a aceleração.
Pressão de custos no atacado reforça cautela do Copom.
Vértices intermediários sobem na margem.
O que muda a leitura: Se o repasse ao IPCAInflaçãoMacroVariação do nível de preços, acompanhada no Brasil principalmente pelo IPCA.Abrir no Mapa do Mercado ↗ for limitado, o efeito é pequeno.
A direção é uma hipótese explicativa, não uma previsão ou recomendação.
Próximos sinais
O que acompanhar
- IGP-M de setembro no fim do mês
- Preços da soja e do minério na segunda quinzena
- IPCAInflaçãoMacroVariação do nível de preços, acompanhada no Brasil principalmente pelo IPCA.Abrir no Mapa do Mercado ↗-15 de setembro e o repasse ao consumidor
Limites da apuração
O que ainda não sabemos
- Se a alta das commodities agrícolas persiste com o El Niño
- O repasse do atacado ao varejo nos próximos meses