Em síntese

A inflação americana de agosto veio em linha no índice cheio, mas o núcleo superou as projeções e a energia voltou a pesar.

O mercado agora trata a alta do Fed em 16 de setembro como quase certa, com cerca de 86% a 90% de probabilidade.

O que sabemos

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  1. Fato verificado · material

    O CPI dos EUAEstados UnidosEconomiaEconomia dos Estados Unidos e suas políticas com alcance sobre mercados globais.Abrir no Mapa do Mercado ↗ subiu 0,4% em agosto, ante 0,1% em julho, e 3,4% em 12 meses, ambos em linha com a expectativa da Reuters, enquanto o núcleo avançou 0,3% no mês, acima dos 0,2% projetados, e 2,4% em 12 meses, com energia em alta de 2,1%, segundo InfoMoney, Bloomberg Línea e Money Times.

    Dado que define o evento.

  2. Fato verificado · material

    Após o dado, o mercado passou a precificar como quase certa uma alta de juros do Fed em 16 de setembro, com probabilidade de 86,5% na ferramenta do CME Group citada pelo Money Times e chance elevada de um segundo aumento antes do fim do ano, segundo a Bloomberg Línea; leituras entre 85% e 90% são recortes de horário do mesmo movimento.

    Consequência para a política monetária.

    Fontes[03][02]
  3. Fato verificado

    Wall Street fechou 11 de setembro em alta, com Dow Jones +0,98% a 52.573 pontos, S&P 500 +0,86% a 7.657 e Nasdaq +0,96% a 26.333, com o alívio no petróleo e Treasuries longos em queda, mas acumulou perdas na semana de 1,5%, 0,7% e 0,6%, segundo o Money Times.

    Reação dos índices.

    Fontes[03]
  4. Fato verificado

    A renda média real por hora caiu 0,3% em um ano com a inflação elevada e ganhos salariais modestos, e o diesel está em nível recorde nos EUAEstados UnidosEconomiaEconomia dos Estados Unidos e suas políticas com alcance sobre mercados globais.Abrir no Mapa do Mercado ↗, segundo a Bloomberg Línea; o Poder360 atribui a alta do índice ao preço da gasolina.

    Contexto do consumidor.

    Fontes[02][04]

Transmissão para os ativos

Leitura de mercado

Para o dólarDólarAtivoRelação cambial entre o dólar dos Estados Unidos e o real brasileiro.Abrir no Mapa do Mercado ↗ e os Treasuries, o núcleo acima do esperado fecha a porta a qualquer leitura de pausa e sustenta o 10 anos perto de 5%; para o Brasil, um Fed em alta na semana do Copom reduz o diferencial e pressiona o real, o que argumenta contra sinalizar cortes maiores.

Para as bolsas, a alta de sexta foi alívio do petróleo, não do juro.

Impacto na carteira

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Treasuries e dólarnegativo

Núcleo acima do esperado consolida a alta do Fed e sustenta juros longosCurva de JurosMacroConjunto das taxas de juros de mercado por prazo no Brasil, refletido nos títulos públicos, no Tesouro Direto e nos contratos de DI.Abrir no Mapa do Mercado ↗.

Negativo para bonds; dólarDólarAtivoRelação cambial entre o dólar dos Estados Unidos e o real brasileiro.Abrir no Mapa do Mercado ↗ forte.

O que muda a leitura: Muda se o Fed sinalizar alta única.

juros60% de confiança
Real e curva brasileiranegativo

Fed em alta na semana do Copom reduz o diferencial de juros.

Pressão moderada sobre o real.

O que muda a leitura: Compensado se o Copom mantiver cautela na sinalização.

câmbio45% de confiança

A direção é uma hipótese explicativa, não uma previsão ou recomendação.

Próximos sinais

O que acompanhar

  • Decisão do Fed em 16/9 e o dot plot.
  • Treasury de 10 anos e o dólarDólarAtivoRelação cambial entre o dólar dos Estados Unidos e o real brasileiro.Abrir no Mapa do Mercado ↗ contra o real na semana do Copom.
  • Dados de produção industrial e vendas no varejo dos EUAEstados UnidosEconomiaEconomia dos Estados Unidos e suas políticas com alcance sobre mercados globais.Abrir no Mapa do Mercado ↗.

Limites da apuração

O que ainda não sabemos

  • A probabilidade de alta varia entre 85% e 90% conforme fonte e horário; 86,5% é a leitura do CME citada pelo Money Times.
  • O Poder360 estava inacessível ao acesso direto; o dado consta em InfoMoney, Bloomberg Línea e Money Times.

Fontes completas

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