Em síntese

A União vai comprar em leilão até R$ 150 bilhões em dívidas antigas das famílias, com desconto mínimo de 90%.

O governo reservou R$ 15 bilhões para o Desenrola 3.

O que sabemos

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  1. Fato verificado · material

    Medida provisória assinada em 25 de setembro cria a terceira fase do Desenrola, na qual a União poderá comprar até R$ 150 bilhões em dívidas das famílias.

    Cria novo canal de venda de carteiras inadimplidas.

  2. Fato verificado · material

    As dívidas terão desconto mínimo de 90% ao devedor, e o governo reservou R$ 15 bilhões para o programa.

    Define benefício e custo fiscal.

  3. Fato verificado

    Segundo a Agência Brasil, podem entrar dívidas vencidas há dois a quatro anos e meio, de até R$ 10 mil cada, com Caixa e Banco do Brasil executando as operações.

    Delimita o público.

    Fontes[01]
  4. Fato verificado

    Segundo a Agência Brasil, o cronograma prevê chamada aos credores em novembro e início dos descontos em fevereiro de 2027.

    Indica quando o efeito começa.

    Fontes[01]

Transmissão para os ativos

Leitura de mercado

Para bancos e securitizadoras, o programa oferece saída para carteiras antigas com baixa recuperação.

Para o mercado de juros, soma gasto novo em ano eleitoral a um quadro de déficit já pressionado.

Impacto na carteira

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Bancos e credores de varejopositivo

Venda de carteiras antigas provisionadas pode gerar recuperação extra.

Efeito depende da regulamentação.

O que muda a leitura: Preço dos leilões acima do valor contábil.

setorial35% de confiança
Juros futuros longosnegativo

Novo gasto em ano eleitoral pesa sobre o prêmio fiscal.

Valor pequeno frente ao Orçamento.

O que muda a leitura: Ausência de compensação no Orçamento.

juros30% de confiança

A direção é uma hipótese explicativa, não uma previsão ou recomendação.

Próximos sinais

O que acompanhar

  • Regulamentação dos leilões
  • Adesão de bancos e credores
  • Tramitação da MP no Congresso

Limites da apuração

O que ainda não sabemos

  • Versões anteriores ao anúncio citavam desconto de até 95% e custo menor; o texto final fixou 90% e R$ 15 bilhões.

Fontes completas

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